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Rota do Country

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Viajando pelo sul dos Estados Unidos
Uma deliciosa sugestão para quem quer viver momentos inesquecíveis, de rara beleza e tranqüilos é optar pelo “velho sul” dos Estados Unidos, cruzando os estados do Tennessee, Louisiana, Mississipi, Alabama e Georgia.
As pontos mais sensacionais são as duas noites em Nashville, a capital da música country, com passeio a Opryland, o maior Parque Temático Musical do mundo; duas noites em Memphis, a capital do blues, com visita a Graceland, a mansão-museu de Elvis Presley; três noites em New Orleans, a capital do jazz e da culinária americana e uma das mais fascinantes cidades do país; uma noite na capital do Estado de Alabama, Montgomery e o grande final com duas noites em Atlanta, sede das últimas Olimpíadas, a grande metrópole do sul dos Estados Unidos.

Esse roteiro precioso é oferecido por várias operadoras e agências, que mantém confortáveis ônibus com guias brasileiros especializados, explicando tudo sobre a história, desenvolvimento econômico, político e artístico de todos os lugares.

A Revista Virtual América Mágica foi lá conferir para você e vai contar alguns flashes da viagem.

De São Paulo a Atlhanta
O vôo VARIG de São Paulo para Atlanta foi muito agradável, com serviço e alimentação de acordo com o padrão cinco estrelas. Bons filmes em cartaz e diversos tipos de música nos fones de ouvido. Após o jantar com duas opções de carne, diversas bebidas e um bom licor, dormimos. Só acordamos quando a luz interna do avião ficou mais forte e vimos que começava a ser servido o café da manhã.
O Aeroporto Internacional de Atlanta é complicado, apesar de bem sinalizado; tomamos um moderno metrô para chegar ao desembarque, o guia já nos esperava e estaria conosco os treze dias de viagem.

 

Chattanooga e Lynchburg
Atlanta surpreende pela grandeza, limpeza e ordem, como tudo nos Estados Unidos, parece que tudo foi limpo e lustrado para nos receber, e ainda tem aquele cheirinho de limpeza por toda parte. Outra coisa que nos tranqüiliza é a segurança, nenhuma preocupação com furtos e assaltos. Realmente você tira férias.

Neste segundo dia, embarcamos em Atlanta, em confortável ônibus, para Chattanooga, atravessando o Estado da Geórgia, até o lendário Tennessee.

Ficamos surpresas com essa linda cidade e em seu deslumbrante Hotel Chattanooga, antiga estação de trem, onde ficamos hospedados. Agora, ficamos conhecendo suas largas avenidas, seus shoppings e outletts, seus bonitos bairros residenciais, que mais parecem cenários de filmes, seu cinema 360 graus, o fantástico Tennessee Aquarium, considerado um dos maiores e mais modernos do mundo e o organizado centro comercial.

Subimos à Lookout Mountain, o mais famoso cartão postal de Chattanooga, em meio a belíssima paisagem, com vista panorâmica de 7 estados norte-americanos.

Seguimos para Lynchburg, uma pequena e pitoresca cidade do Sul dos EUA, berço do famoso whisky Jack Daniel’s. É engraçado que durante a Guerra da Secessão, foi decretada a Lei Seca, proibindo toda bebida alcoólica, regra que a cidade continua a seguir. Assim, você vai encontrar todo tipo de garrafas, objetos, camisetas, toalhas e tudo que se possa imaginar estampado com o emblema de Jack Danel’s. O curioso é que as garrafas contém líquidos não alcoólicos.

Nashville
Após o almoço, seguimos para Nashville, a capital do Tennessee e centro mundial da “Country Music”. A hospedagem foi no suntuoso Hotel Union Stattion, outra vez uma antiga estação de trem, transformada em hotel.
A noite dá uma idéia de brilho e boemia controlada, passeando pelas ruas, por uma infinidade de teatros e casas de espetáculos, onde “monstros” da música country apareceram, fizeram sucesso e se projetaram para o cenário mundial.

Um city-tour bem organizado, nos leva a percorrer lugares históricos e míticos. O guia vai mostrando: “ali foi onde o Elvis gravou seu primeiro disco, à direita o Paternon, uma réplica em tamanho natural do templo grego…”, e assim vai indicando uma longa seqüência de prédios históricos, coloridos e pitorescos. Um dos destaques é o Grand Ole Opry, o mais famoso palco de música country do mundo. Outra atração é o Music Row, visitamos os estúdios onde são gravadas mais da metade das músicas americanas. Por fim, o fantástico Opryland, o maior parque temático musical do mundo, onde assistimos a mais pura “country music” dos Estados Unidos, não só apreciamos, como também dançamos. Notamos que além das danças tradicionais típicas, há também uma evolução acompanhando a moda da discoteca/aeróbica: passos ensaiados e ritmados, aprendidos em escola de dança, sem dúvida.

Ficamos hospedados no hotel Radisson, muito confortável.

Jackson e encantadoras cidades a caminho de Memphis
Atravessando os campos de “blue-grass” do Tennessee fomos apreciando um desfile de pequenas e pacatas cidades, todas arrumadinhas, até chegarmos a Jackson, importante centro agrícola do estado.
À medida que íamos chegando a Memphis, nosso coração bateu mais forte: “ conheceremos a terra de Elvis Presley”!
Sabemos que ela é a segunda maior cidade do estado, que é banhada pelo rio Mississippi, palco de acontecimentos marcantes da história do país. Na verdade, Memphis é considerada o berço do blues nos Estados Unidos.

À noite, percorremos a famosa Beale Street, com seus inúmeros bares, pubs e restaurantes, por onde se ouve o mais puro “blues”, que dá o tom de vibração, que envolve toda a cidade. Durante o dia pudemos apreciar as velhas construções e antigos bares, que relembram histórias sobre o nascimento do blues e seus primeiros intérpretes.
Outros passeios são imperdíveis, como o Museu do Mississippi, um parque-museu que conta a história do mais famoso rio norte-americano através dos tempos. O Museu dos Diretos Civis é o local onde outrora funcionava o hotel onde foi assassinado Martin Luther King Jr.

O ponto alto foi conhecer Graceland, a casa de Elvis Presley, com um tour pela mansão do “Rei do Rock and Roll”. Percorremos os aposentos térreos, a cozinha, a sala de estar, de jantar, de troféus e outros aposentos, a coleção de carros, vimos os bens pessoais que contam a trajetória do maior ídolo dos Estados Unidos.

O salão de estar tem três aparelhos de televisão, um ao lado do outro, achamos engraçados. O guia nos contou que Elvis ouviu falar que o presidente via três canais de televisão ao mesmo tempo, para atualizar-se, ele também fez o mesmo.
Os jardins onde ele e sua família brincavam, agora estão sepultados.

De Jackson a New Orleans

Saímos de manhã, atravessamos a cidade, passamos pelo Boulevard Elvis Presley, demos uma última olhada em Graceland e cruzamos a divisa com o Estado do Mississippi, chamado o “Pai das Águas” por ter suas terras minuciosamente bordadas por inúmeros rios e lagos.
A viagem em ônibus é boa, porque estamos bem acomodados, com temperatura ambiente regulada, músicas típicas da região e o guia vai explicando detalhes históricos e geográficos. Além disso, a paisagem vai se renovando, por exemplo agora, podemos observar a luxuriante vegetação do “Ton Bighee National Foret”, Grenada Lake e a capital Jackson.

Mais um pouco e atravessamos a fronteira com a Louisiana. Passamos por Hammond, pela área dos “Bayous”, pântanos da região. Em seguida, passamos pela “Acadiana”, na região de maior influência francesa dos Estados Unidos. Chegamos no Hotel de la Poste, no coração do “French Quarter”, em New Orleans.

A efervescente e bela New Orleans

Considerada como “Cidade Sonho” dos Estados Unidos, New Orleans supera todas as expectivas. Também chamada a capital do “Mardis Gras” , o divertido carnaval norte-americano, que ocorre em fevereiro. Durante duas semanas, a cidade vive um tempo de festa e de descontração, vale a pena integrar-se nesse clima.

Um passeio pelo rio Mississippi é um prazer especial… O barco é lindo, o bar simpático e pode-se escolher algumas opções internacionais, ou a deliciosa culinária “creole”, com pouca pimenta, ou pimenta à parte. As deliciosas sobremesas não nos deixam lembrar dos regimes.

A viagem dura 3 horas, que passam rápido, pois o clima e a excelente música ao vivo misturada ao bom humor dos músicos alegram todo o percurso. Músicas de todos os tempos, em especial para nós, Tico Tico no Fubá, Aguarela do Brasil, Garota de Ipanema (acordando saudades da querida Helô Pinheiro) e outras, incitaram as brasileiras a dar uma exibição de samba no pé. Fomos aplaudidas!

New Orleans é uma cidade que não nos cansamos de admirar, passear por suas ruas de influências de muitos povos, em especial franceses, já é um mergulho cultural magnífico. Ou simplesmente saborear uma comida “criole” (lembrando sempre de pedir: “no peper, please”), olhando distraídamente pela janela e apreciar as casas com seus balcões de ferro trabalhado, muitas plantas, fachadas de cores emocionantes, pessoas passando, o entregador que faz seu trabalho dançando, as carruagens com seus cavalos enfeitados com flores e aquela comida gostosa satisfazendo todos os sentidos…
New Orleans é muito mais.

Golfo do México
Passando a divisa do Mississippi já estamos no Golfo do México, apreciando imensas praias e charmosas vilas, lindas casas de veraneio de estrelas do cinema, políticos, escritores e outros famosos. Todas apenas cercadas de encantadores jardins. Muros e cercas não existem.
Conhecemos Biloxi, o mais antigo povoado francês da área do golfo e a segunda maior cidade do estado. Haja filme para registrar tudo!

Prosseguindo neste 10º dia, cruzaremos a divisa com o estado de Alabama, coração da “Dixie Music”, lembramos muito a canção: “Ó Suzana, não se esqueça de mim…”
Visitaremos um autêntico parque da 2º Guerra Mundial, que reúne aviões de ataque da época e um submarino, em meio a jardins. Conhecemos por dentro o Encouraçado US Alabama, um dos navios que comandaram a campanha norte-americana no Pacífico.

Como tudo nos Estados Unidos, há uma lojinha de recordações, ou na entrada, ou na saída de qualquer loja, divertimento, mostra, exposição ou museu. Todos são gentis e oferecem sanitários limpos

 

De Montgomery a Macon
O hotel Holiday Inn nos espera com suas excelentes acomodações e piscinas de água aquecida em Montgomery, capital do Alabama. Como em todas as partes do mundo, o Holiday Inn é nossa casa, onde se fica confortável e completamente à vontade.
A cidade reserva muitas surpresas: o Capitólio, Tuskegee National Forest e a pequena Auburn.
Cruzaremos o Chattahoochee River, que marca a divisa com o estado da Geórgia, o “Peach State” – o estado do pêssego.

Depois de conhecer Columbus, percorremos as mais tradicionais regiões do interior do sul norte-americano até Macon, uma das poucas cidades do sul dos Estados Unidos não destruída pela Guerra Civil.

Mansões cuidadosamente preservadas contam as histórias de seus proprietários e da época. É realmente impressionante a quantidade de prédios do gênero, em meio a belos jardins. Essas mansões foram erigidas no grandioso estilo “ante-bellum”, que foi uma das marcas registradas do velho sul dos Estados Unidos, antes da guerra civil.

Atlanta
Outra surpreendente cidade, que sediou as Olimpíadas do Século é Atlanta, a mais importante cidade do sul dos EUA.
Os inúmeros arranha céus de Downtown oferecem um dúplo espetáculo: admirá-los e subir no restaurante panorâmico de torre de um belíssimo hotel, digamos 1000 estrelas.
A Peachtree Street é uma longa avenida que oferece tudo que se possa imaginar de melhor, inclusive uma gama infindável de bons restaurantes internacionais. Muitos brasileiros se encantam com os faróis que ao abrir, ouve-se pássaros cantando. Esses faróis, semelhantes aos que vimos no Japão, avisam aos cegos, que já podem passar. Uma boa idéia para ruas principais de grandes cidades brasileiras.

O memorial Martin Luther King Jr. National Historic Site emociona e atrai caravanas, que visitam e reverenciam esse grande homem. Pode-se ver a casa onde nasceu, a igreja e o túmulo desse famoso pastor, símbolo da luta pelos Direitos Civis nos Estados Unidos.

A cidade possui excelente área comercial e alguns dos mais sofisticados shopping-centers dos Estados Unidos.
Outra atração diferenciada é o Atlanta Ciclorama, que reproduz uma das batalhas mais cruéis da Guerra Civil Americana, que culminou com a destruição da cidade. Trata-se de um cenário semicircular pintado e mesclado com reproduções de peças e manequins vestidos, à medida que estão mais próximos do espectador, dando uma impressão de reealidade. Tudo isso é ampliado com focos de luz e som, que funcionam de acordo com as explicações do palestrante.

O Fox Teather, o Museu da Coca Cola, a rede de televisão CNN são visitas imperdíveis.
Vale lembrar que a Coca Cola foi um medicamento criado por um farmacêutico da cidade. Não agradou muito e ficou estocado. Um dia, ele resolveu diluir o xarope e acrescentar açúcar, achou bom. Essa mistura doce mais aperfeiçoada, conquistou o mundo.

Pronto, já era o 13º dia, é inacreditável… tantos conhecimentos novos, muitas emoções, novos amigos, parecia incrível que já era dia de voltar. Isto é, alguns voltaram ao Brasil, outros fizeram um opcional para Miami e Orlando, com seus fantáticos estúdios e parques, outros foram para New York e Washington, como nós… Mas isso é uma outra história, que contaremos nas próximas edições… aguardem!!!

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